terça-feira, 9 de maio de 2017

When the look smiles at technology Photo by Edson José Tavares - 2017 National Geographic Travel Photographer of the Year

When the look smiles at technology Photo by Edson José Tavares - 2017 National Geographic Travel Photographer of the Year: With his smartphone, a Brazilian federal police officer takes a selfie with kids of Guinea-Bissau. Their smile and shine in the eyes are amazing. On that day, those children received donations from Brazilian police officers. The world needs more solidarity.

sábado, 8 de abril de 2017

ERA DE "AQUARIUS".

Quando eu ainda era uma criança, ouvia uma música (Age of Aquarius – The 5ht Dimension) que dizia o seguinte:

“Quando a Lua está na sétima casa
E Júpiter alinhado com Marte
A paz vai guiar os planetas
E o amor irá além das estrelas

Esse é o começo da Era de Aquário
Era de Aquário
Aquário! Aquário!

Harmonia e compreensão
Simpatia e confiança em abundância
Nenhuma falsidade ou escárnio
Visões vivas de sonhos dourados
A revelação do Cristal místico
E a verdadeira liberação da mente
Aquário! Aquário!”

Cresci assim. Esperando esta era! Certamente não a verei. Estamos na era de Peixes e até 2600, quanta coisa acontecerá! Confesso que fiz o que pude. Movimentos de juventude... pastorais sociais... Espero que chegará, e o mundo entenderá que um dia alguém se lembrou da era de Aquarius e, se não for como se espera, restará alguém para libertar o passado/futuro, pois a esperança nunca morrerá. Vou pedir ao Carteiro para mandar uma mensagem, via whatsapp, para alguém que lá estiver. Não essa de que “brasileiro não desiste nunca” mas de que o humano será sempre humano. Uma chama de vida Divina que habita em nós. Sempre alguém se lembrará que dentro de si tem algo divino e que a vida deve ser compartilhada aos que não a tem e que “lava-jato” foi apenas um posto que se tirou a sujeira do caminhar. Mas, e a lama? A lama? Infelizmente, deverá acompanhar os tempos pois faz parte do caminho. Lavar a sujeira é que será diferença.


NÃO SE QUEBRA MACARRÃO PARA SE COZINHAR NA PANELA

NÃO SE QUEBRA MACARRÃO PARA SE COZINHAR NA PANELA.


Eram os idos de 1994, casa nova...fogão novo... cozinha nova! E, por sinal, uma manhã de domingo e já havíamos chegado da Igreja de Nossa Senhora de Lourdes como de costume. Não tínhamos as crianças. Éramos dois. Hora do almoço... e, para variar, a fita de Padre Zezinho deslizava no Sony que sempre acalentava todos os domingos aquela casa lá na Rua Costa Rica. A preparar o prato daquele dia estava a mulher da minha vida como o é até hoje. Era macarronada ao alho e óleo. O prato dos deuses. Não seria muito desafiar quem pudesse ou pode fazer um igual. Não sou muito de cozinha, faço companhia... troco a fita. Mas aquela fita não. Mais uma... e mais uma... e mais uma e, por fim, mais uma. Não saía o Padre Zezinho do ar. E lá estava ela, preparando uma macarrão como ninguém. Mas êpa! Cuidado. A água ainda está fria, não está fervendo. A música transitava na casa inteira, atingia aos vizinhos e... não sei se incomodava, todavia, imaginava que não. A mensagem que trazia o vento era impressionante. Falava de algo que enchia os olhos de lágrimas, do Filho de Deus... da Barca que estava a esperar por alguém... do quadro de Maria e José estampado na parede... ainda vejo aquele cheiro de sonho no ar. Novamente imagino que os vizinhos também. Voltemos ao macarrão. A água já estava fervendo e... o tempo parou! Vejo uma ponte do hoje a ontem e não há como separar. Está dentro da alma. Do espírito. Ainda vejo ao fundo da cozinha uma janela que brindava a mais linda paisagem e... os vizinhos que incomodava. Coitados, dois malucos cantando num domingo de macarrão. Uma pitada de sal... uma pitada de risos.. e assim o domingo ia passando. Confesso que não faltava uma pitada de aaaa... aaaaalllcooollll... sim, uma cervejinha no domingo não faz mal a ninguém. Puxa, que túnel é esse! Túnel do tempo. E de repente o grito! Espere... não faça isso! É um crime! Não quebre o macarrão para se colocar na panela! Daquele dia, a e até hoje, a macarronada nunca mais foi a mesma!

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Something

Três lendas da música mundial interpretando a mesma música. Na sua opinião, qual a melhor versão?


ELVIS PRESLEY


FRANK SINATRA




THE BEATLES

domingo, 13 de março de 2016

Ressuscita-me - Aline Barros e Edson Tavares (gaita e voz)

Rapaz, e não é que ela ( Aline Barros ) insistiu para cantar comigo. Insistiu tanto e não resisti. :-) brincadeirinha 󾌸 ...

Publicado por Edson Tavares em Sexta, 11 de março de 2016

SOLIDÃO DE AMIGOS - JESSÉComposição: Mário Maranhão / Eunice Barbosa.LP Jessé - Vol. 3 ℗ 1982 RGE󾌧󾌧"A saudade...

Publicado por Eternamente Jessé em Domingo, 13 de março de 2016

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Jessé - Menino Passarinho e Paz do meu Amor

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Jessé - Concerto para uma Só Voz - Faustão

Quanta competência, quanta qualidade, quanta saudade!

Publicado por Eternamente Jessé em Sábado, 23 de janeiro de 2016

"Bridge Over Troubled Water" - Jessé

Nosso querido e incrível cantor Jessé interpretando "Bridge Over Troubled Water", numa montagem que faz pensar o quanto na vida você é protegido por um Poder Superior e muitas vezes nem se dá conta disso.

Publicado por Eternamente Jessé em Terça, 2 de fevereiro de 2016

Jessé canta "Onde está você"!

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

domingo, 8 de fevereiro de 2015


















QUE  TEMPO  FEIO... graças a DEUS!

Como a beleza é efêmera,
E ao mesmo tempo,
Como a beleza é subjetiva...
Quantos de nós já ouvimos:
- Ela é bonita demais para ele.
Ou o contrário:
- Ele merecia coisa melhor!

E por aí as experiências mostram que
Os casais esteticamente belos,
Perante o conceito de beleza que a sociedade estabelece,
Nem sempre possuem relações felizes ou duradouras...
Isso não é regra, muito menos exceção.
Mas o que chama a atenção,
Não estatisticamente provado,
Mas que realmente salta aos olhos,
É o número de pessoas felizes em suas uniões, sejam elas,
Estáveis ou matrimoniais, onde a beleza estética é claramente discrepante,
Mas a relação é feliz, duradoura e  muitas vezes, por toda a vida,
Provando que o essencial está muito além das aparências...

Mas, não objetivando trocar alhos por bugalhos,
Queiramos ou não, a analogia se estabelece em toda nossa  vida.
Vivemos no Brasil algo parecido em relação ao clima.
Aquele céu azul, o sol brilhante,
Estrelas no céu ou a lua radiante.

Até a música já celebrou com toda certeza,
O azul do céu como sinônimo de beleza.
Disseram Gal Costa e Djavan:
“Até o sol nascer amarelinho...
corre e vai dizer pro meu benzinho,
um dizer assim
O amor é azulzinho...”
E aí, tá tudo azul?  Uma gíria utilizada como forma de perguntar: Está tudo bem com você?
“Noite alta céu risonho, a quietude é quase um sonho.
O luar cai sobre a mata, qual uma chuva de prata...”
celebremente poetizou e cantou Vicente Celestino.
Assim, sempre foram sinônimos de beleza:
Que dia lindo! O ensolarado... Que noite maravilhosa! A cheia de estrelas...
Que lua majestosa e deslumbrante.
Ela a lua, o estandarte do poeta, visível, sem nuvens, sem obstáculos.

Só que diante da falta d’água, sem distinção de local,
Seja para beber e até para a higiene pessoal.
Os nossos olhos, antes cerrados, se abrem para o essencial.

Nossos conceitos  de beleza, assim como na vida do casal,
Com relação ao tempo, com relação ao clima, começam a mudar,
Será efeito puramente casual? Ou pode ser duradouro, repetindo, como na vida do casal?

Quando olhamos para o céu, como o fiz há pouco e tirei a foto acima,
Como muitos agora estão fazendo, dizendo, e talvez comentando em cada esquina.:

- QUE TEMPO FEIO,  por dentro eu pensei, e sozinho que estava,
tive vontade de parafrasear Vicente Celestino  e expressar
aos milhares de pingos de prata que caiam sobre a mata,
bem como  nas nossas grandes e pequenas cidades: -  Que dia maravilhoso... graças a DEUS!!

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Passo a passo: aprenda a montar um coletor de água de chuva

O crescimento populacional constante e o desenvolvimento das atividades humanas, com distribuições quase sempre não homogêneas espacialmente, e a disposição de água também irregular, contribuem para o aumento de pressão sobre os mananciais existentes. Desta forma, a escassez de água no planeta torna-se evidente como uma preocupação mundial. Hoje, está ficando cada vez mais difícil encontrar água de qualidade. Isso devido à poluição de rios, represas e do solo, decorrente da própria ocupação e atividade humana. Aprenda neste vídeo a fazer um coletor de água da chuva, onde você vai ter um custo de no máximo R$300,00. Confira:  

 Veja o vídeo abaixo:

 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Fuleco e fuleragem

Ave!

Amigos leitores, alguém viu o Fuleco na abertura da Copa do Mundo do Brasil? 

O Fuleco (espécie de tatu ameaçado de extinção e endêmico do Brasil que tem a capacidade de se "transformar" numa bola) foi realmente uma ótima escolha para mascote da nossa Copa. 
Mas a alegria de quem tenta salvá-lo da extinção terminou aí.

A promessa da Fifa foi de ajudar na preservação da espécie. Mas não foi o que aconteceu. Depois de muita enrolação, o valor oferecido para a criação de um parque, que serviria de abrigo para o raríssimo tatu, foi classificado pelos defensores do desdentado animal como "indecoroso". 

Graças a essa celeuma, Fuleco, mais uma vez ameaçado pela ambição humana, "virou" bola e foi mandado para escanteio pelos cartolas da FIFA. 
Aliás, esses cartolas batem um bolão mesmo é no quesito financeiro, lucrando bilhões de dólares, enquanto nós, fulecos de todo o Brasil, ficamos com as contas das obras superfaturadas.
Quanta fuleragem...

Agora, nada me tira da cabeça que os mascotes das Olimpíadas do Rio são uma herança maldita do Fuleco. 
O pessoal resolveu importar do Japão aqueles monstrinhos para não ter dor de cabeça por aqui.

Quem deve tá se remexendo no caixão é o Tom Jobim. 
Grande entusiasta de nossa natureza, frequentador assíduo do Jardim Botânico, com certeza ficaria muito mais feliz em ser homenageado através de uma das lindas aves que ele contemplava em seus passeios.

Deve estar se perguntando: por que não o tucano-de-bico-preto? 

Ave símbolo do Rio de Janeiro, abundante no Jardim Botânico e que pode ser encontrada em vários bairros da cidade, este exuberante tucano combinaria muito mais com o Tom, com o Vinícius, ou com qualquer um de nós brasileiros. 
Muito mais que os Pokémons, pelo menos.