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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Retrato falado de Bin Laden foi inspirado em político espanhol,diz jornal.

Técnico teria usado traços de deputado de esquerda, disse porta-voz.
Gaspar Llamazares disse que pedirá explicações a governo americano.


Foto: AFP / Reuters
A simulação feita pelo FBI de como Bin Laden estaria hoje e, à direita, o deputado Gaspar Llamazares (Foto: AFP / Reuters)

"Por alguma razão, um técnico em particular não estava satisfeito com o cabelo que era oferecido pelo programa utilizado pelo FBI neste tipo de simulação", explicou Hoffman. 

Em uma busca, o técnico encontrou a fotografia do deputado espanhol, ex-líder da coalizão Esquerda Unida. 

O agente utilizou assim o cabelo e a testa de Llamazares, conhecido pela postura antiamericana, para compor o novo retrato. 

Um retrato falado atualizado de Osama bin Laden, confeccionado pelo FBI se inspirou por engano nos traços de um conhecido político de esquerda espanhol, Gaspar Llamazares, afirma o jornal "El Mundo". 

A imagem em questão pôde ser vista durante várias horas na internet antes de ser retirada do site oficial americano "Rewards for justice", dedicado às pessoas procuradas pela justiça americana. 

O retrato mostrava o líder da rede terrorista al-Qaeda com o aspecto que pode ter atualmente, menos magro, sem turbante, grisalho e uma barba de poucos dias, segundo uma reprodução publicada pelo "El Mundo". 

Ken Hoffman, porta-voz do FBI entrevistado pelo jornal espanhol, diz que um técnico da agência americana "por iniciativa própria decidiu recorrer às imagens do Google" para utilizá-las como ajuda na confecção do retrato falado de Bin Laden.


"O que o artista forense fez é completamente irregular. Está completamente fora do processo estabelecido que se 'roube' um traço de uma imagem pública em sua totalidade", declarou o porta-voz do FBI. 

Llamazares anunciou que pedirá explicações às autoridades americanas por meio do governo espanhol. Também disse que não viajaria aos Estados Unidos mesmo convidado. 

"A segurança de Bin Laden não está em risco, a minha sim", declarou, antes de afirmar que se reserva o direito de abrir ações judiciais contra o governo dos Estados Unidos.

domingo, 18 de julho de 2010

Rex: o substituto da cadeira de rodas

Nova tecnologia vem da Nova Zelândia e pode ser uma substituta da tradicional cadeiras de rodas. Apelidado de “Rex”, o produto permite que cadeirantes possam andar tranquilamente.O modelo de pernas biônicas é operado pelo próprio usuário com um joystick e é movido à baterias.



A ideia de desenvolver o “Rex” veio de dois amigos de infância, Little Richard e Robert Irving - co-fundadores da empresa Rex Biônica. "Nossas mães estão em cadeiras de rodas por isso estamos cientes de alguns dos obstáculos e problemas de acesso enfrentadas pelos cadeirantes", diz Richard.

A expectativa é que o Rex seja lançado na Nova Zelândia em 2011 e, provavelmente, custará 150 mil dólares.

Para chegar ao resultado esperado foram necessários sete anos de pesquisas, incluindo a validação de engenheiros e ensaios clínicos, com a aprovação do Comitê de Ética da Nova Zelândia.

Assista os vídeos de apresentação do "Rex":

1ª parte:



 2ª parte:




É a tecnologia e a ciência a serviço da qualidade de vida. 


sábado, 17 de julho de 2010

Cientistas mostram ser possível falsificar evidência de DNA





Foto: www.uol.com.br

The New York Times
Andrew Pollack


 
Cientistas em Israel demonstraram que é possível falsificar evidência de DNA, minando a credibilidade daquele que era considerado o padrão da prova em casos criminais.

Os cientistas fabricaram amostras de sangue e saliva contendo o DNA de uma pessoa diferente da doadora do sangue e da saliva. Eles também mostraram que se tivessem acesso a um perfil de DNA em um banco de dados, eles poderiam construir uma amostra de DNA que batesse com a do perfil, sem obtenção de qualquer tecido daquela pessoa.

"É possível manipular uma cena de crime", disse Dan Frumkin, o principal autor do estudo, que foi publicado online pelo "Forensic Science International: Genetics". "Qualquer estudante de biologia pode realizar isso."

Frumkin é um fundador da Nucleix, uma empresa com sede em Tel Aviv que desenvolveu um teste para distinguir amostras reais de DNA de falsas, que espera vender para laboratórios periciais.

O plantar de uma evidência fabricada de DNA em uma cena de crime é apenas uma implicação do estudo. Uma invasão potencial de privacidade é outra.

Usando algumas das mesmas técnicas, pode ser possível recolher o DNA de qualquer pessoa, a partir de uma bituca de cigarro ou copo de papel descartável, e transformá-la em uma amostra de saliva que poderia ser apresentada a uma empresa de teste genético, para obter a descendência ou o risco de desenvolvimento de várias doenças. Celebridades poderiam passar a temer os "paparazzi genéticos", disse Gail H. Javitt, do Centro de Genética e Políticas Públicas da Universidade Johns Hopkins.

Tania Simoncelli, consultora científica da União Americana das Liberdades Civis, disse que os resultados são preocupantes. "DNA é muito mais fácil de plantar em uma cena de crime do que impressões digitais", ela disse. "Nós estamos criando um sistema de justiça criminal que está cada vez mais apoiado nesta tecnologia."

John M. Butler, líder do projeto de teste de identidade humana do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia, disse ter ficado "impressionado em quão bem eles conseguiram fabricar os falsos perfis de DNA". Entretanto, ele acrescentou, "eu acho que o criminoso médio não será capaz de fazer algo assim".

Os cientistas fabricaram amostras de DNA de dois modos. Uma exigia uma amostra real de DNA, apesar de minúscula, talvez de um fio de cabelo ou copo usado. Eles ampliaram a amostra minúscula em uma grande quantidade de DNA, usando uma técnica padrão chamada amplificação do genoma.

É claro, um copo ou um fio de cabelo poderiam ser deixados na cena do crime para implicar alguém, mas o sangue ou a saliva seriam mais críveis.

Os autores do estudo pegaram sangue de uma mulher e o centrifugaram para remover as células brancas, que contêm DNA. Às células vermelhas restantes eles adicionaram DNA que foi amplificado de um fio de cabelo de um homem.

Como as células vermelhas não contêm DNA, todo o material genético na amostra de sangue passou a ser do homem. Os autores a enviaram para um importante laboratório pericial americano, que o analisou como se fosse uma amostra normal do sangue de um homem.

A outra técnica faz uso dos perfis de DNA, armazenados em bancos de dados legais como uma série de números e letras correspondentes às variações nos 13 pontos no genoma de uma pessoa.

De um pool de amostra de DNA de muitas pessoas, os cientistas clonaram minúsculos fragmentos de DNA representando as variantes comuns de cada ponto, criando uma biblioteca desses fragmentos. Para preparar uma amostra de DNA capaz de combinar com qualquer perfil, eles apenas reuniram os fragmentos apropriados. Eles disseram que uma biblioteca de 425 fragmentos diferentes de DNA bastariam para cobrir todo perfil concebível.

O teste da Nucleix para dizer se uma amostra foi forjada explora o fato do DNA amplificado - que seria usado em qualquer uma das técnicas de fraude - não ser metilado, o que significa que ele carece de certas moléculas que estão ligadas ao DNA em pontos específicos, geralmente para desativar genes.



Tradução: George El Khouri Andolfato





terça-feira, 6 de julho de 2010

Tratamento de imagens no Photoshop



No Photoshop temos uma técnica para tratar imagens de forma profissional que não exige conhecimento profundo sobre a teoria de cores.








Falar sobre tratamento e manipulação de fotografias num site especializado, muitas vezes pode gerar controvérsias. Existe um segmento de fotógrafos que resiste, ferozmente, aos avanços das tecnologias digitais. Longe de querer ser uma unanimidade, quero passar aqui para amadores e profissionais adeptos dos ajustes digitais dicas e truques para acelerar o processo de produção. Controvérsias à parte, manipulações e correções em fotografias existem desde a invenção da própria fotografia ...




Falar sobre tratamento e manipulação de fotografias num site especializado, muitas vezes pode gerar controvérsias. Existe um segmento de fotógrafos que resiste, ferozmente, aos avanços das tecnologias digitais. Longe de querer ser uma unanimidade, quero passar aqui para amadores e profissionais adeptos dos ajustes digitais dicas e truques para acelerar o processo de produção. Controvérsias à parte, manipulações e correções em fotografias existem desde a invenção da própria fotografia através de processos manuais, antes realizados por meticulosos laboratoristas. Os programas de computador, como o Photoshop vieram para dar mais controle, precisão, confiabilidade e variedade de ajustes. Claro que não devemos usar o Photoshop para transformar um pingo de água num oceano, o correto é usar o programa apenas para ressaltar determinadas características ou efeitos da imagem, de maneira que elas possam transmitir com mais clareza a mensagem. Nossa contribuição aos membros do Digiforum consiste nesta missão.

Neste primeiro artigo, quero mostrar um comando excepcional para tratar imagens, sem usar o “achometro” para colocar mais essa ou aquela cor. O comando Níveis (Levels – CTRL L), sem dúvida, é a melhor ferramenta do Photoshop para realizar o ajuste de brilho e contraste. Nele o fotógrafo tem a possibilidade de ajustar, individualmente, os níveis de intensidade das sombras, tons médios e realces (claridade) da fotografia. O comando Níveis possui um histograma que ajuda o fotógrafo a identificar a intensidade da cor na imagem. A maior parte dos fotógrafos se assusta com a aparência matemática do comando Níveis. Você aciona o comando e aparece na tela um gráfico, aparentemente, complicado.

Na verdade, o histograma é uma representação gráfica das cores. Ele mostra se a fotografia contém informações suficientes nas sombras (lado esquerdo do histograma), tons médios (centro do histograma) e realces (lado direito do histograma). Dessa forma, ao visualizar o histograma, o fotógrafo facilmente saberá onde é necessário efetuar as correções.

Normalmente, uma boa exposição começa com uma gama de tons no preto e termina no branco. Se houver um baixo nível de tons no lado direito do histograma é porque a fotografia tem poucos brancos. Com nível baixo no lado esquerdo, a fotografia está com poucos pretos. Veja que na figura 1.



O histograma mostra que no lado direito há um alto nível de branco, ou seja, a fotografia está com muita claridade. Em compensação, no lado esquerdo, a um vazio mostrando que falta preto. Quando ambos os lados estão sem informação é porque sua fotografia está sem contraste e necessita tanto de preto como branco.

A figura 1 ainda mostra três pequenos triângulos abaixo do histograma. Esses controles deslizantes são responsáveis pela alteração dos níveis de preto (sombras), cinza (tons médios) e branco (brilho). A alteração dos níveis pode ser feita de maneira manual ou automática. Vamos a um exemplo. Veja a imagem (fig. 2).



Acesse o comando Níveis pelo menu Imagem > Ajustes e o submenu Níveis (Ctrl L). No nosso caso, o histograma mostra a falta sombras escuras. Então, arrastamos o controle deslizante do preto até que ele chegue no início do histograma. Observe que aumentaram os níveis de sombras. Nesse caso, o controle do branco fica onde está (fig. 3).



Com esse pequeno ajuste a foto já está bem melhor. Mas ainda não acabou. Às vezes, a foto pode ficar escura, como nesse caso. Por isso, existe o controle de tons médios. Desloque o controle deslizante cinza um pouco para a direita de forma que a foto tenha o brilho correto e não fique com áreas de sombras chapadas. Compare o resultado final (fig. 4).



Na caixa do comando Níveis existe um opção Automático, que quando acionada faz automaticamente a distribuição dos níveis de preto, branco e cinzas, dispensando a execução manual pelos controles deslizantes. Há uma terceira forma de definir os pontos de ajustes. Com a tecla Alt pressionada arreste o controle deslizante das sombras até que apareça o primeiro ponto preto na imagem. Faça o mesmo com o controle do branco. Na primeira vez que fizer, não se espante com o desaparecimento da imagem. Mantenha a tecla Alt pressionada e continue deslizando o controle até aparecer o primeiro ponto preto ou branco na imagem (fig. 5).



O comando Níveis é um passo importante no tratamento de uma fotografia. O fotógrafo deve explorá-lo ao máximo. Mesmo existindo outras ferramentas no Photoshop para controles de brilho e contraste da imagem, o Níveis é um dos melhores. No próximo artigo continuaremos com outras dicas e truques. Espero que a dica ajude. Até a próxima!

Autor: Altair Hoppe
Fonte: www.papiloscopistas.org

domingo, 27 de junho de 2010

"CALA BOCA TADEU SCHIMIDT"

Depois do enorme sucesso do “CALA BOCA GALVAO”, pode ser que outro fenômeno esteja surgindo.
Desde o dia 20 de junho “CALA BOCA TADEU SCHMIDT” está nos trending topics mundiais e, mais uma vez, a audiência mundial tenta entender do que os brasileiros querem dizer com isto. Porém, agora, a revolta popular parece não ser apenas contra o repórter da Rede Globo, mas também contra a rede de TV em si.
Sydnei Rezende do blog SRZD explica:
Depois do sucesso do “cala a boca, Galvão”, a onda agora é “cala a boca, Tadeu Schmidt”. O motivo da revolta com o apresentador do “Fantástico” é porque ele afirmou que a “Globo se preocupa com a verdade e em transmitir a melhor informação”.
O técnico da seleção brasileira, Dunga, proibiu a presença da imprensa nos treinamentos, resultando em uma verdadeira guerra entre os profissionais da imprensa contra o comandante da seleção.
Nem a vitória sobre a Costa do Marfim por 3 a 1 e a classificação para a próxima fase amenizou a situação. Durante a entrevista coletiva depois do jogo, o jornalista Alex Escobar estava ao telefone, falando com o também jornalista Tadeu Schmidt, irritado, Dunga o chamou de cagão e de merda.
Veja o vídeo mostrando o momento em que Dunga xinga o jornalista
A Rede Globo, principal rede de TV do Brasil e uma das maiores do mundo, tem um passado cheio de controvérsias. Tadeu Schmidt é um jornalista esportivo de sucesso que trabalha desde 2000 com esportes em nível local e internacional como os Jogos Olímpicos, a Copa do Mundo de 2006 e 2010 e a Fórmula 1. Ele também é co-apresentador de diversos programas na televisão brasileira.
O blog Babado.org resume a controvérsia que surgiu entre a Rede Globo e o técnico Dunga:
O técnico Dunga proibiu a imprensa nos treinamentos  e até mesmo exclusivas pré combinadas entre a Globo e Ricardo Teixeira, o que resultou em um ataque direto dos meios de comunicação da Rede Globo contra a fama do técnico.

Usado sob permissão
Stanley Burburinho para o Vi o Mundo resume muitas reações neste post, denunciando as várias tentativas de demonizar o Dunga.
Os brasileiros tentam explicar através do Twitter o que “CALA BOCA TADEU SCHMIDT” significa, brincando novamente com quem não entende a expressão, dizendo se tratar de slogans relacionados ao meio-ambiente ou entretenimento, com o objetivo de promover a tag. Porém, muitos estão usando a tag como uma forma de mostrar um profundo descontentamento com a rede de TV acusada por alguns de tentar derrubar o técnico Dunga e também de estar acostumada demais à “exclusividade”.
Fonte:  GLOBAL VOICES

Abraços da

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